AUDITORIA – ESTOQUES EM GERAL Terça-feira, Jan 27 2009 

1.   AVALIAÇÃO  DE  CONTROLES  INTERNOS – sugestão de Lista de Verificação

1.1   Estoques

a) A empresa está organizada no sentido de controle e vigilância permanente de seus estoques, quanto à guarda e movimentação (descrever os controles existentes, indicando ou anexando normas, formulários em uso, n.º de vias e sua destinação, etc.) ?

b) Os estoques mantidos pela empresa estão sob controle e responsabilidade de pessoal adequado (indicar as espécies e os responsáveis) ?

c)  Os locais de armazenagem ou estocagem são adequados quanto a:

c.1 – roubo, fogo, perdas, extravios, etc.?

c.2 – inacessibilidade de terceiros, não autorizados ?

d) Os sistemas de controles mantidos evitam as entradas e as saídas de estoques sem documentação suficiente e aprovada?

e) São adotados registros ou fichas para controle dos estoques (indicar as classes ou tipos de estoques sujeitos ou não ao controle) ? Tais registros ou fichas:

e.1 -    são utilizados para indicação de máximos e mínimos de estoques (caso     contrário, indicar onde são registradas essas informações) ?

e.2 –    registram movimentação e saldos em quantidades e valores (controle físico e financeiro) ?

e.3 -    registram custo unitário (indicar método utilizado) ?

e.4 -    têm sua movimentação integrada à contabilidade ?

f) Os registros ou fichas mencionados são escriturados por pessoal (indicar por quem):

f.1 -    que não tem acesso às existências ?

f.2 -    que não autoriza movimentação dos estoques ?

f.3 -    que não tem acesso aos controles e registros contábeis e de custos ?

g) O responsável por revisões e aprovações de ajuste ou correções de erros nos registros ou fichas de estoques é independente das funções de (indicar quem é o responsável) :

g.1 – custódia das existências ?

g.2 – registros da movimentação das mesmas ?

h)  As existências indicadas pelos registros ou fichas de estoques são balanceadas mensalmente com as contas da contabilidade ?

h.1 – as diferenças são investigadas por pessoal da contabilidade, antes de serem ajustadas, e contêm aprovação do contador os lançamentos dos ajustes (indicar quem efetua a conciliação) ?

h.2 – os ajustes na contabilidade, decorrentes de ajustes nos registros ou fichas de estoque, são efetuados à vista de documentação aprovado nos termos da letra “g”, anterior ?

i)   Quanto aos estoques imprestáveis, deteriorados, obsoletos, etc.:

i.1 -são  baixados  dos  registros  ou fichas de estoque e da contabilidade mediante autorização de pessoal responsável, não ligado à custódia e registros dos mesmos (indicar quem autoriza) ?

i.2 -são  sucateados  para  venda  e,  recuperáveis ou não, são controlados fisicamente (indicar por quem e como se processa o controle) ?

j) As posições dos estoques são revisadas , periodicamente, no sentido de (indicar por quem, freqüência e data da última revisão) :

j.1 -determinar existências excessivas ou insuficientes, obsoletas ou de baixa rotação (em função de máximos e mínimos, níveis de produção ou outras medidas) ?

j.2 -conferência contra posições de levantamentos físicos, fora das épocas do inventário anual ?

k)    Existem registros adequados para controle dos estoques próprios ou de terceiros (indicar quais e quem os processa) :

k.1 -  transferidos para industrialização, consignação, etc.?

k.2 – recebidos para industrialização, consignação, etc. ?

k.3 – em trânsito ?

l) Os  referidos  estoques em poder de terceiros são verificados periodicamente, bem como são devidamente investigadas e corrigidas eventuais divergências, fora das épocas do inventário anual (indicar por quem, freqüência e data da última verificação), por meio de :

l.1 -  contagens nos estabelecimentos de terceiros ?

l.2 -  pedidos de confirmação emitidos aos estabelecimentos de terceiros ?

l.3 -  outros procedimentos alternativos (indicar quais) ?

m)  Quanto às entradas de materiais, produtos ou mercadorias :

m.1 – são registrados nos controles de estoques e na contabilidade com base em relatórios ou boletins de recepção, numerados tipograficamente ?

m.2 – os relatórios ou boletins de recepção são controlados quanto à  seqüência numérica e indicam quantidades e aprovação do controle de qualidade ?

m.3 – os relatórios ou boletins de recepção que acusem devoluções de vendas são conferidas e aprovados por pessoal qualificado da área de vendas (indicar por quem) ?

m.4 – os produtos prontos são lançados nos registros ou fichas de estoque com base em relatórios de produção numerados tipograficamente, controlados quanto à seqüência numérica e aprovados por pessoal qualificado da área de produção (indicar por quem) ?

n)  Quanto às saídas de materiais, produtos ou mercadorias :

n.1 – as entregas são feitas somente com base em requisições ou ordens de expedição autorizadas e numeradas tipograficamente (indicar quem aprova as requisições) ?

n.2 -  é controlada a seqüência numérica dos referidos documentos (indicar

quem controla) ?

n.3 -os procedimentos existentes garantem que toda a saída é registrada (descrevê-los) ?

AUDITORIA GERENCIAL Sábado, Nov 15 2008 

A Auditoria Gerencial visa evitar FRAUDES, ERROS, INEFICIÊNCIAS E CRISES nas empresas mediante o fortalecimento e verificação dos: Controles internos a serem utilizados pelas empresas para as operações envolvendo o ciclo de pagamentos: autorizações, solicitações de compras, ordens de compras, recebimentos das mercadorias, funções do Contas a Pagar e pagamentos (emissão de cheques, segregações de funções, conferências, etc.). Controles internos a serem utilizados pelas empresas para as operações envolvendo o ciclo de recebimento: pedido do cliente, faturamento, crédito e cobrança, expedição, contas a pagar, recebimento, contabilidade e auditoria. Controles internos envolvendo o ciclo de produção da empresa. Controles internos gerais de Contabilidade, Reconciliações bancárias, Segurança, Seguros Serviços administrativos e Sistemas. Controles e segurança de informação, medidas a serem tomadas objetivando evitar ataques de vírus, códigos hostis, ameaças físicas, tornando seguros os dados de informação, bem como medidas de segurança de rede, da WEB e de e-mails. Controles internos na área tributária, DCTF, Declaração de Renda, Lucro Real e retenções de IRRF, INSS, ISS, PIS e COFINS.

 

I – CONCEITO

Auditoria Gerencial consiste em avaliar as ações gerenciais e os procedimentos relacionados ao processo operacional das empresas, com a finalidade de emitir uma opinião sobre a gestão quanto aos aspectos da eficiência, eficácia, economicidade, efetividade e qualidade, procurando auxiliar a administração na gerência e nos resultados, por meio de recomendações que visem aprimorar os procedimentos, melhorar os controles e aumentar a responsabilidade gerencial.

É uma revisão sistemática das atividades de uma organização ou de um segmento em relação aos objetivos específicos, para avaliar desempenho; identificar oportunidades com vistas a melhoria; e desenvolver recomendações, para melhorar ou promover o desempenho.

 

II – OBJETIVOS

Comprovar a conformidade às diretrizes, políticas, estratégias e ao universo normativo; Avaliar os controles internos; Identificar procedimentos desnecessários ou em duplicidade e recomendar sua correção; Identificar as áreas críticas e riscos potenciais e proporcionar as bases para sua solução; Melhorar o desempenho e aumentar o êxito das organizações por meio de recomendações oportunas e factíveis; Avaliar as medidas adotadas para a preservação dos ativos e do patrimônio e para evitar o desperdício de recursos; Aferir a confiabilidade, segurança, fidedignidade e a consistência dos sistemas administrativos, gerenciais e de informações; Avaliar o alcance dos objetivos e metas identificando as causas de desvio do seu atingimento, quando houver; Identificar áreas que concorrem para aumento e/ou diminuição de custos e/ou receitas; Recomendar e assessorar a implantação de mudanças.

 

III. NATUREZA DA AUDITORIA

A auditoria não usurpa as funções administrativas de planejar, organizar, comandar, coordenar e controlar. Mesmo a função administrativa Controle permanece sob a responsabilidade do gestor, em face de disponibilidade da auditoria. Cabe ao administrador verificar o andamento dos trabalhos e das realizações, comparado com aquilo que tem em vista: objetivos, metas, orçamentos, etc. Detectados resultados inadequados ou menos favoráveis ao alcance daqueles objetivos, caberá sempre ao administrador a tomada de medidas corretivas atuais e futuras. O controle normalmente se faz mediante avaliação, comparação e extrapolações para a verificação de tendências.

É de se supor que uma atividade de fluxo contínuo, por exemplo, o consumo de energia elétrica, ocorra proporcionalmente a um duodécimo do orçamento anual a cada mês do exercício contábil. Disparidades observadas por comparação poderão ser corrigidas caso existam controles formais. Cabe ao auditor apontar a inexistência desses controles, alertando para a impossibilidade de correção quando do esgotamento do exercício.

A auditoria é por natureza uma função de assessoramento, aponta independentemente uma falha no sistema, sugestiona, mas não interfere nas decisões e atos da empresa. Não pode, portanto ser responsabilizada pelas falhas e erros, salvo se não tiver cumprido sua função de alertar sobre a inexistência de controle específico.

A auditoria não tem poder de mando ou de decisão. Expõe, orienta, aconselha, emite parecer e opinião abalizada, exclusivamente, sobre o objeto de seu trabalho.

A Auditoria Gerencial, quer seja exercida por integrantes da organização, sem vínculo de subordinação com a área auditada, ou terceirizada, desde que a empresa de auditoria não seja economicamente dependente de sua cliente, é um instrumento de assessoria ao administrador.

A auditoria trabalha totalmente baseada em amostragens estatísticas, mediante as quais o exame e a análise de determinado número de transações são suficientes para auferir um índice de certeza de correção. A auditoria gerencial adianta a tendência de se alcançar ou não os objetivos a despeito da correção formal. Leva em conta fatores como desperdício, ausência de controle, ofensas a princípios contábeis, tais como o da segregação de funções.

O Controle Interno é exercido por órgão da estrutura interna, ou mediante contratação, com objetivos transcendentes ao cumprimento da lei. Almeja “proteger os bens, conferir a exatidão e a fidelidade dos dados contábeis, promover a eficiência e estimular a obediência às diretrizes administrativas estabelecidas”, conforme preceitua o AICPA.

Assegurada a existência de controle e a obediência à lei, a Auditoria Gerencial concentra-se na economicidade em busca da eficiência e da eficácia.

Como requisitos da Auditoria Gerencial inclui-se o planejamento adequado, a seleção das áreas, setores ou atividades a serem examinados, a escolha correta dos indicadores que são formas de representação quantificável de características de produtos e processos, utilizados para acompanhar e melhorar resultados ao longo do tempo.

 

PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA GERENCIAL

 

Exame Físico

 

Exame físico geralmente envolve a medição da quantidade de um ativo ou a determinação de sua qualidade comparada com um padrão pré-determinado. A técnica pode ser utilizada na procura de provas negativas como o exame de evidências de falta ou avaria de bens.  

Exame físico é freqüentemente usado para testar a efetividade dos controles, particularmente daqueles relativos à segurança de quantidades físicas ou qualidade de bens tangíveis. A evidência é coletada sobre itens tangíveis. Materiais, por exemplo, são freqüentemente um objeto desta forma de teste de auditoria.

 

A confiabilidade da evidência obtida por este método dependerá da habilidade do auditor em evitar erros de observação.

 

OBSERVAÇÃO

 

Os elementos da observação são:

 

  • identificação da atividade específica a ser observada; -  observação da sua execução;

  • comparação do comportamento observado com os padrões; e -  avaliação e conclusão.

 

Normalmente, a observação serve a objetivos como a verificação da performance de vários procedimentos de controle. Na profundidade que o auditor pode observar atividades suspeitas na entidade auditada, o exame deve ser aproveitado também como um teste da eficácia dos procedimentos de controle.  

Usualmente, a observação é importante quando ela pode ser economicamente empregada. Além disso, a confiabilidade da evidência derivada deste método depende do conhecimento especializado do auditor dada a complexidade das atividades sob exame.

 

ENTREVISTAS

 

ENTREVISTA ORAL COM O AUDITADO

 

Este tipo de evidência é a mais fácil de ser obtida, porém tende a ser a de menor confiabilidade. Em geral, todas as declarações do auditado relacionadas aos itens materiais devem ser corroboradas com outras evidências.

 

A entrevista pode ser usada de diferentes maneiras: -como significado da determinação da natureza do sistema de controle sob exame; -para obter explanações sobre itens não usuais descobertos durante a coleta de outras evidências; e -para extrair informações que de outra maneira não seria possível.

 

A confiabilidade da entrevista oral depende da objetividade e do conhecimento do funcionário que fornece a informação. Adicionalmente, a competência do entrevistador (conhecimento, tato, objetividade e bom senso) é crucial para a relevância desta técnica.

 

ENTREVISTA ESCRITA COM O AUDITADO

 

Tipicamente, esta técnica é usada no contexto da auditoria no estágio escrito do relatório, quando o auditado é requisitado a comentar, por escrito, sobre a validade de fato das declarações do relatório de auditoria.

 

É útil para assegurar que cada evidência é obtida:

 

  • para servir como uma conferência final em defesa da interpretação dos fatos pelo auditor;

  • para assegurar que o auditado compreendeu as conclusões do auditor; e – para ajudar na ênfase da responsabilidade do auditado de tomar providências sobre os achados.

 

ENTREVISTA COM TERCEIROS

  Neste, terceiros incluem todas as pessoas de fora da organização auditada.

 

Podem ser incluídos:

 

  • funcionários do mesmo órgão, mas de fora da unidade auditada ( desde que provado que são realmente independentes do auditado );

  • funcionários de outros órgãos; e

  • especialistas não incluídos nos grupos acima descritos.

  A evidência proveniente de terceiros é geralmente considerada mais confiável que a evidência gerada pelo auditado. Confiabilidade, entretanto, depende da integridade, competência e independência do terceiro e da retidão e eficácia da comunicação do auditor. Auditores internos devem ser particularmente cuidadosos com o possível conflito de interesses entre o auditado e os terceiros, já que essa situação diminuiria a utilidade da entrevista com terceiros.

 

Entrevistas feitas diretamente com usuários dos serviços do auditado ou com especialistas freqüentemente são meios úteis de coleta de evidência confirmativa. Na utilização de especialistas, entretanto, o auditor deve:

 

  • estabelecer a competência do especialista referente à qualificação e reputação;

  • assegurar que a comunicação com o especialista seja efetiva, estabelecendo de forma clara o escopo do trabalho requerido;

  • assegurar que o especialista explique hipóteses e métodos; e

  • rever o trabalho do especialista uma vez terminado e testar a sua razoabilidade.

 

Exame minucioso/Atestação

 

Exame minucioso é a verificação de uma determinada ação pelo exame de documentos fontes correlatas que fornecem a prova necessitada. Esta técnica pode ser usada para comparar a ação sob consideração com fatos documentados e para investigar as diferenças.

  Atestação envolve a pesquisa de dados para determinar itens importantes que requeiram investigação adicional. Geralmente, essa técnica é usada para fornecer a segurança de que os controles estão operando eficazmente, como, amparado pela ausência de circunstâncias duvidosas que sugeririam possíveis deficiências. A relevância deste tipo de evidência é largamente dependente do conhecimento e experiência do observador.

 

Análise

 

Neste documento, relaciona-se revisão analítica à análise do sistema sob controle para a obtenção de evidência à eficácia do sistema de controle ou como um modo para identificação de causas e efeitos de controles deficientes.

 

Geralmente, a revisão analítica envolve a comparação de tendências normais na entidade sob exame com resultados esperados. A relação advinda desta comparação deve ser razoavelmente explanada, de outra maneira haverá provavelmente a necessidade de coletar evidências adicionais para clarear ilógicas ou inesperadas relações que parecem existir.

 

Correlação

 

Esta técnica procura a consistência mútua entre diferentes amostras de evidência. É usada para fornecer evidência confirmativa a qual incrementa a persuasão da prova do auditor.

  (…)

 

 

PREVENINDO RISCOS COM A AUDITORIA EM CONTRATAÇÕES DE TERCEIROS Sexta-Feira, Out 24 2008 

Fenômeno que tem se desenvolvido ao longo dos anos, a Terceirização pode ser entendida como o Instituto pelo qual se dissocia a relação econômica de trabalho da relação jurídico trabalhista que lhe seria correspondente. Por esse mecanismo o trabalhador é inserido no processo produtivo do tomador de serviços, sem que se estendam a este os respectivos vínculos empregatícios

Esse modelo trilateral de relação sócio-econômica e jurídica que surge com o processo terceirizante é francamente destituído do clássico modelo empregatício (que se funda essencialmente bilateral), e traz alguns desajustes em contraponto aos tradicionais objetivos tutelares que caracterizam o Direito do Trabalho. 

Por tais razões, a terceirização tem sofrido grandes restrições por parte da doutrina e jurisprudência pátrias, que nela tendem a enxergar uma modalidade ilegal de contratação. 

No Brasil estatísticas apontam que 65% das contratações terceirizadas são mal gerenciadas. As empresas tem terceirizado atividades sem o cuidado necessário buscando somente a redução de custos, sem considerar os riscos com os aspectos legais, trabalhistas, previdenciários e estratégicos que envolvem a contratação de terceiros. 

É importante e necessário que as empresas conheçam as contratações terceirizadas, os procedimentos legais e administrativos e a gestão desses Contratos, visando eliminar riscos trabalhistas que por muitas vezes são aparentemente ocultos e sem importância. Qualquer desleixo na contratação de terceiros ou na administração dos contratos e da relação terceirizada poderá provocar expressivos impactos no fluxo de caixa da organização.  

Portanto, as empresas tomadoras  de serviços devem acautelar-se quanto ao processo de terceirização, a fim de evitar que os contratos firmados possam ser considerados fraudulentos perante o judiciário, bem como reduzir eventuais riscos de responsabilização trabalhista com empregados da prestadora. 

Assim, auditar, gerir e fiscalizar os Contratos de Terceirização torna-se vital para uma revisão de procedimentos, resultando em ação preventiva e não punitiva. 

Professor Ibraim Lisboa - autor da Obra Manual de Auditoria Interna do www.PORTALDEAUDITORIA.com.brDiretor de Treinamento da Upgrade Negócios & Treinamento Empresarial Ltda, Administrador de Empresas, Pós Graduado em Direito Empresarial, Auditor, Contabilista, Perito, Consultor Especialista em Segurança Empresarial Corporativa, Membro efetivo do Instituto dos Auditores Internos do Brasil – AUDIBRA . Ministra Cursos, Palestras, Conferências e Seminários Presenciais e In Company em nível nacional.


Atribuições da Auditoria Interna Quarta-feira, Out 8 2008 

6.3 – DESCRIÇÃO DAS ATRIBUIÇÕES DA AUDITORIA INTERNA

Em várias ocasiões, temos a oportunidade de ler descrições de atribuições de auditores internos em pesquisas assinadas por entidades renomadas nesse ramo, utilizadas por muitas empresas como subsídio à sua política pessoal.

A simples leitura dessas atribuições leva ao entendimento de que a atuação dos auditores internos tem o enfoque ainda hoje, de policiamento de fraudes, fiscalização de cumprimento de normas, conferência de despesas e verificação de documentos comprobatórios. Ainda mais: em boa parte das descrições, o trabalho do auditor interno parece restrito ao campo contábil.

A moderna postura da auditoria interna, qual seja a de ação a nível de assessoria gerencial à alta administração das empresas, com atuação sistêmica nos incontáveis ramos do fluxo de informações não é encontrado nas descrições que temos visto.

O objetivo final dos modernos auditores internos, que é a formação de opinião a respeito de critérios, procedimentos, métodos de quantificação, tempo gasto nas operações, etc.; não é destacado.

A procura de pontos de simplificação, de racionalização de custos de segurança nas informações para fins decisórios, sequer são mencionados.

A busca de irregularidades, a constatação de divergências e a identificação e apuração de fraudes e desvios aparecem, geralmente identificadas como objetivos primeiros dos auditores internos. 

Além destas distorções conceituais e de postura, a situação fica mais difícil quando procuramos descrições das atribuições por níveis de auditores internos.

As atribuições de auditores internos juniores, plenos, seniores, supervisores ou gerentes apresentam-se quase sempre incompletas.

Sem a pretensão de fixar lei, parece-nos oportunos apresentar a nossa versão das atribuições dos níveis mais comuns de auditores internos:

6.3.1 – Auditor Junior

·          Executa passos mais simples do programa de trabalho;

·          Coleta e anota dados nos Papéis de Trabalho, conforme orientação e atribuição dos Auditores Pleno e Sênior;

·          Procede ao levantamento de procedimentos simples e elabora Papel de Trabalho descritivo ou fluxografado;

·          Elabora sumário de volumes destinados à quantificação de amostras a serem selecionadas nos testes do trabalho;

·          Executa testes simples com base em programa de ação desenvolvendo pelos auditores pleno e sênior, realizando verificações em documentos, saldos de contas, bens e valores em operações que estão sendo auditadas, etc.;

·           Obtém, e posteriormente devolve às áreas auditadas, documentos necessários à realização dos testes de auditoria;

6.3.2 – Auditor Pleno

·          Recebe supervisão do Auditor sênior em suas atividades, seja de levantamento de procedimentos, definição ou execução de testes de validação e transacionais;

·          Acompanha atuação do auditor Júnior, visando sincronia de atividade;

·          Auxilia auditor sênior na definição de programa de ação, a partir do que está estabelecido no programa Anual de Auditoria Interna;

·          Elabora levantamento de procedimentos e confecciona Papel de Trabalho correspondente, na forma descritiva ou fluxografada;

·          Executa testes de validação e de transação de acordo com programa de ação estabelecido;

·          Emite pareceres intermediários a respeito de enfoques examinados;

·          Estabeleça a adoção de plano de amostragem, aplicada ao sumário de volume;

·          Observa o cumprimento de normas, procedimentos internos e determinações legais nos enfoques examinados;

·          Formula recomendações a nível de Papel de Trabalho, com relação a pontos de racionalização, simplificação, fortalecimento do controle interno, segurança das informações, irregularidades ou divergências observadas nos enfoques examinados;

·          Auxilia auditor sênior na avaliação de desempenho do auditor júnior;
(…)

DIFERENÇAS ENTRE AUDITORIA INTERNA E AUDITORIA EXTERNA Domingo, Set 21 2008 

De forma global, o trabalho executado pela Auditoria Interna é idêntico aquele executado pela Auditoria externa. Ambas realizam seus trabalhos utilizando-se das mesmas técnicas de auditoria; ambas têm sua atenção voltada para o controle interno como ponto de partida de seu exame e formulam sugestões de melhorias para as deficiências encontradas, ambas modificam a extensão de seu trabalho de acordo com as suas observações e a eficiência dos sistemas contábeis e de controles internos existentes.

Entretanto, os trabalhos executados pelos Auditores Internos e Externos têm suas diferenças básicas caracterizadas por:

 

Auditoria Interna

 

Auditoria Externa

 

. A auditoria é realizada por um funcionário da empresa

 

. A auditoria é realizada através de contratação de um profissional independente

 

. O objetivo principal é atender as necessidades da administração

 

. O objetivo principal é atender as necessidades de terceiros no que diz respeito à fidedignidade das informações financeiras

 

. A revisão das operações e do controle interno é principalmente realizado para desenvolver aperfeiçoamento e para induzir ao cumprimento de políticas e normas, sem estar restrito aos assuntos financeiros

 

. A revisão das operações e do controle interno é principalmente realizado para determinar a extensão do exame e a fidedignidade das demonstrações financeiras

 

. O trabalho é subdividido em relação às áreas operacionais e às linhas de responsabilidade administrativa

 

. O trabalho é subdividido em relação às contas do balanço patrimonial e da demonstração do resultado

 

. O auditor diretamente se preocupa com a detecção e prevenção de fraude

 

. O auditor incidentalmente se preocupa com a detecção e prevenção fraudes, a não ser que haja possibilidade de substancialmente afetar as demonstrações financeiras

 

. O auditor deve ser independente em relação às pessoas cujo trabalho ele examina, porém subordinado às necessidades e desejos da alta administração

 

. O auditor deve ser independente em relação à administração, de fato e de atitude mental

 

. A revisão das atividades da empresa é contínua

 

. O exame das informações comprobatórias das demonstrações financeiras é periódica, geralmente semestral ou anual.

Lei nr 11.638 faz auditoria disparar Domingo, Set 7 2008 

A nova lei contábil está ampliando a demanda por auditorias e deve gerar um crescimento de até 45% dessas empresas em 2008. Aprovada em dezembro do ano passado pelo Congresso Nacional, a Lei nº 11.638 estabelece que as empresas brasileiras de capital aberto, bancos e seguradoras terão de apresentar seu balanço referentes a 2008 já com algumas informações dentro das normas internacionais de contabilidade (IFRS, na sigla em inglês). Outra novidade da lei é que as empresas fechadas de grande porte terão de submeter suas demonstrações financeiras à análise de uma auditoria. Segundo especialistas ouvidos pelo DCI, esta demanda foi adiantada, uma vez que, inicialmente, o processo de transição estava previsto apenas para o início de 2009, embora o prazo-limite para a migração completa esteja marcado para 2010.

A demanda começou no ano passado para todas as empresas do mercado, quando o Banco Central e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) começaram a implementar a mudança, que será obrigatória a partir de 2010. “Todas as empresas vão precisar de auditoria”, resume Ramon Jubels, sócio da KPMG, que teve de ampliar o seu quadro de colaboradores de 2,1 mil para 2,5 do ano passado para cá por causa do aquecimento da sua atividade.

A empresa tem 15 escritórios no Brasil e é a terceira maior das quatro grandes multinacionais de auditoria no País – as outras três são PricewaterhouseCoopers, Deloitte Touche Tohmatsu e Ernst & Young. Em 2007, sua receita global foi de US$ 20 bilhões. A empresa também atribui sua expansão ao crescimento do mercado brasileiro e espera, este ano, incremento acima de 30% registrados em seu último balanço, divulgado no ano fiscal encerrado em setembro de 2007. “O mercado estava esperando mais posicionamento sobre o impacto contábil das mudanças e considerava que teria mais tempo para fazer a implementação. Como o Banco Central e a Comissão de Valores Mobiliários permitem a adaptação antecipada, há empresas que já estão publicando seu balanço em IFRS”, conta o sócio.

Outra dificuldade, segundo Ramon Jubels, é que o Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), órgão criado para unificar e padronizar as normas dentro do padrão internacional, ainda está emitindo novas normas. No total, seis normas emitidas pelo CPC estão dentro do plano de adequação. Os pronunciamentos mais importantes serão feitos até o final do ano, o que deve esclarecer às empresas os efeitos que devem gerar e com certeza estarão em consonância com os padrões internacionais. “As empresas que estão passando pelas mudanças não sabem quais serão as normas nem qual será o efeito fiscal. A lei dizia que não haveria efeito fiscal, mas há dúvida, e a Receita Federal ainda não se pronunciou sobre isso”, diz.

Por isso, a demanda era para esclarecer dúvidas sobre as mudanças acabou se transformando em oportunidade para a área de consultoria. “Olhamos os efeitos na parte contábil, nos sistemas e processos da empresa e nas equipes que terão de ser treinadas para usar as novas normas. Além disso, a mudança no patrimônio e nos indicadores das empresas também impactam em sua gestão, principalmente nas empresas que trabalham por resultados”, explica Ramon.

Trevisan

Outra que apresentou forte expansão foi a BDO Trevisan, que no primeiro semestre somou 11 empresas de grande porte à sua carteira de clientes. Segundo Eduardo Pocetti, diretor da empresa, a expectativa é fechar o segundo semestre com mais 20 empresas, completando até o final de 2008 o número de 31 novos clientes. Este ano, a empresa tem como meta crescer 30%, superando os 17% do ano passado. A expectativa de faturamento é de R$ 95 milhões, contra os R$ 73 milhões de 2007. Atualmente, a BDO possui 15 escritórios no País, depois de ter inaugurado uma filial em Londrina, no Paraná.

Com sede em São Paulo e filiais em Curitiba, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Recife, a Directa Auditores está sentindo uma grande demanda no interior paulista. A empresa espera fechar o ano com crescimento de entre 40% e 45% nas áreas de auditoria e consultoria contábil. “Houve uma grande evolução fora de São Paulo, onde há grandes empresas que, pela lei nova, atingiram um faturamento alto e passaram a ter demanda por auditoria pela primeira vez”, afirma Ernesto Rubens Gelbcke, presidente da empresa.

Daqui a duas semanas, o empresário irá representar o CPC brasileiro em um encontro que reunirá o Conselho Internacional de Normas Contábeis (Iasb) e os comitês de regulação contábil do mundo inteiro. O encontro irá debater os planos de implementação das normas em diversos países e as principais dificuldades de cada região no processo. Ele aponta a que as empresas européias, por exemplo, implantaram em 2005 as regras internacionais apenas nos balanços consolidados, enquanto nos Estados Unidos a comissão de valores mobiliários (SEC) estuda exigir que as empresas do país passem a adotar regras de contabilidade internacional a partir de 2014. “É um processo de maturação grande em um período curto. Não é assunto dos contadores, afeta os balanços das empresas e mexe com diversas áreas da empresa.”

Diferenças básicas entre a Auditoria Interna e a Auditoria Externa Quarta-feira, Ago 27 2008 

De forma global, o trabalho executado pela Auditoria Interna é idêntico aquele executado pela Auditoria externa. Ambas realizam seus trabalhos utilizando-se das mesmas técnicas de auditoria; ambas têm sua atenção voltada para o controle interno como ponto de partida de seu exame e formulam sugestões de melhorias para as deficiências encontradas, ambas modificam a extensão de seu trabalho de acordo com as suas observações e a eficiência dos sistemas contábeis e de controles internos existentes.

Entretanto, os trabalhos executados pelos Auditores Internos e Externos têm suas diferenças básicas caracterizadas por:

Auditoria Interna

Auditoria Externa

. A auditoria é realizada por um funcionário da empresa

. A auditoria é realizada através de contratação de um profissional independente

. O objetivo principal é atender as necessidades da administração

. O objetivo principal é atender as necessidades de terceiros no que diz respeito à fidedignidade das informações financeiras

. A revisão das operações e do controle interno é principalmente realizado para desenvolver aperfeiçoamento e para induzir ao cumprimento de políticas e normas, sem estar restrito aos assuntos financeiros

. A revisão das operações e do controle interno é principalmente realizado para determinar a extensão do exame e a fidedignidade das demonstrações financeiras

. O trabalho é subdividido em relação às áreas operacionais e às linhas de responsabilidade administrativa

. O trabalho é subdividido em relação às contas do balanço patrimonial e da demonstração do resultado

. O auditor diretamente se preocupa com a detecção e prevenção de fraude

. O auditor incidentalmente se preocupa com a detecção e prevenção fraudes, a não ser que haja possibilidade de substancialmente afetar as demonstrações financeiras

. O auditor deve ser independente em relação às pessoas cujo trabalho ele examina, porém subordinado às necessidades e desejos da alta administração

. O auditor deve ser independente em relação à administração, de fato e de atitude mental

. A revisão das atividades da empresa é contínua

. O exame das informações comprobatórias das demonstrações financeiras é periódica, geralmente semestral ou anual.

POR QUE FAZER UMA AUDITORIA INTERNA EM RECURSOS HUMANOS? Quarta-feira, Ago 6 2008 

O mundo dos negócios é dinâmico. As exigências legais acompanham este dinamismo e as alterações ocorrem a todo instante. Acompanhar a velocidade com que mudam as exigências advindas das leis, instruções normativas, novos procedimentos, etc. constituem-se em autênticos desafios que requerem uma maior responsabilidade e empenho profissional.

Muitas organizações não conseguem acompanhar as mudanças e deixam de atender várias novas exigências, sejam elas tributárias, trabalhistas, previdenciárias, recursos humanos, tecnológicas, entre outras.

Como princípio de sobrevivência em um mercado tão competitivo, as empresas devem procurar, mais e mais, cuidar de suas atividades fins e direcionar o máximo de esforços para alcançar esse objetivo.

Neste cenário, as auditorias especializadas exercem um papel de fundamental importância para as empresas. Os seus resultados, além de se constituírem em algo precioso para a tranquilização dos executivos do alto comando, fornecem preciosas recomendações corretivas e preventivas à exposição da organização face a multas, reclamações e outros dissabores. Adicionalmente, liberam os gestores para a condução e o gerenciamento dos negócios, permitindo-lhes exercer com eficácia o processo decisório sobre as importantes transações empresariais.

Muitas empresas já se habituaram às auditorias periódicas e isto lhes tem proporcionado muitos ganhos, notadamente aqueles acima mencionados.

Entretanto, o processo de Auditoria não pode se esgotar com a sua realização e apresentação de relatório dos erros. Deve incluir a sua mais importante ferramenta, o plano de trabalho, que contempla, sobre cada item em desvio, em não conformidade legal ou que se apresentem vulneráveis a fraudes, manipulações e distorções, um pormenorizado direcionamento para os procedimentos corretivos e preventivos facilitando a adoção e acompanhamento das ações a serem implementadas.

Não é uma missão tão fácil, porém necessária e de grande importância, pois, há desvios que podem afetar os resultados operacionais, causarem transtornos administrativos, financeiros, tributários, influir no clima organizacional e prejudicar, direta ou indiretamente, a imagem da empresa e de seus executivos.

Realizada a auditoria, o resultado será demonstrado em Relatório evidenciando toda a fundamentação sobre todos os aspectos, da legislação e da boa gestão empresarial e não somente apontando erros.

O Relatório contempla um direcionamento sobre as ações que a empresa deverá adotar.
Afinal, as empresas estão subordinadas a mesma legislação, mas, cada uma tem as suas particularidades, políticas, práticas, procedimentos e processos internos, etc., que, de certa forma incorporam-se as relações de trabalho. Por isso, existem vários caminhos ou mecanismo a serem adotados, fazendo com que cada empresa tenha um modelo de auditoria adequado às suas particularidades.

Apontar problemas ou desvios em uma organização é relativamente simples, no entanto, direcionar os passos a serem dados é o grande diferencial de uma Auditoria Interna Eficaz em Recursos Humanos.

Compartilhe experiências com o Instrutor que transmitirá e debaterá com os participantes durante os dias 28 e 29 de Agosto de 2008 formas eficazes de executar a Auditoria Interna em Recursos Humanos e Terceirizações com sucesso.

Prof. Ibraim Lisboa – autor do www.PORTALDEAUDITORIA.com.br, Diretor de Treinamento da Upgrade Negócios & Treinamento Empresarial Ltda, Administrador de Empresas, Pós Graduado em Direito Empresarial, Auditor, Contabilista, Perito, Consultor Especialista em Segurança Empresarial Corporativa, Membro efetivo do Instituto dos Auditores Internos do Brasil – AUDIBRA . Ministra Cursos, Palestras, Conferências e Seminários Presenciais e In Company em nível nacional.

Auditoria de Natureza Operacional Quinta-feira, Jul 24 2008 

Roteiro para Relatório de Auditoria de Natureza Operacional  

     O presente roteiro define uma padronização para os relatórios de auditoria, baseada na experiência acumulada em trabalhos realizados. Entretanto, essa padronização não deve ser vista como algo estático, pois os padrões de qualidade na produção de relatórios alteram-se com o tempo, até mesmo para garantir que os documentos técnicos que esta Corte de Contas (TCU) produz mantenham-se atualizados e compatíveis com o nível tecnológico vigente.

     Para que os relatórios sejam úteis e acessíveis é importante que levem em consideração o ponto de vista dos leitores. No caso dos relatórios de planejamento de auditoria, deve-se ter em mente que eles terão tramitação interna, devendo ser direcionados, principalmente, ao Relator da matéria.

     Os relatórios de auditoria têm como um de seus objetivos levar ao conhecimento de terceiros o projeto de auditoria proposto, no caso do planejamento, e os achados de auditoria, no caso do relatório de execução. De nada adianta realizar um excelente trabalho de planejamento ou de execução das auditorias, se os relatórios não transmitirem essa excelência. Portanto, o texto deve ser claro e convincente, além de destacar os pontos-chave do trabalho realizado.

O manual encontra-se na Estante Virtual ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE RELATÓRIOS DE AUDITORIA DE NATUREZA OPERACIONAL

AUDITORIA – FORTALECIMENTO DA CONTABILIDADE Quinta-feira, Jul 24 2008 

 

A Auditoria examina os bens, obrigações e documentos, com o objetivo de validar os saldos que constam no Balanço, emitindo ao final do trabalho o parecer acerca da adequação das Demonstrações Contábeis, face aos princípios fundamentais da Contabilidade e legislação pertinente.

 

É obrigação do auditor comunicar a administração da entidade auditada os erros ou fraudes encontrados, indicando os possíveis responsáveis, e sugerir medidas corretivas informando sobre possíveis efeitos no parecer.

 

Porém não pode ser responsabilizado pela prevenção de fraudes ou erros. Entretanto, deve planejar seu trabalho avaliando o risco de sua ocorrência, de forma a ter grande probabilidade de detectar aqueles que impliquem efeitos relevantes na sua manifestação sobre os trabalhos realizados.

 

Portanto, a contratação de uma Auditoria Independente proporcionará à empresa maior segurança quanto aos saldos consignados na Contabilidade, bem assim a detecção de fraudes e erros. Além disso, a Auditoria previne incorreções trabalhistas, previdenciárias, tributárias, evitando o pagamento a maior ou indevido de tributos e verbas trabalhistas.

 

Além da tranqüilidade ao sócio e ao Administrador da empresa quanto à adequação da Contabilidade na sua administração, em eventual questionamento judicial o Auditor responde civil e criminalmente sobre o trabalho de Auditoria realizado na empresa, sendo responsabilizado perante aos sócios e terceiros pelos seus erros, negligências, falhas ou fraudes.

 

Conforme art. 1.070 do Novo Código Civil – Lei 10.406/2002, a empresa que constituir o Conselho Fiscal, este poderá escolher para assisti-lo no exame dos livros, dos balanços e das contas, contabilista legalmente habilitado, mediante remuneração aprovada pela assembléia dos sócios.

 

O próprio Código Civil recomenda a contratação de um Auditor, porém não o exige.

Saiba mais sobre Auditoria: http://www.maph.com.br/index.php?cPath=22

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